segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Umidade no rejunte



È relativamente frequente em piso marmorizado, principalmente quando recém executado o aparecimento de umidade no rejuntamento, embora não seja grave e a patologia desaparecerá com a secagem total, durante o período que se apresenta, causa uma aparência indesejada. Essa umidade aparente é devido à umidade acumulada no solo ou na laje, no contrapiso e na argamassa de assentamento que por percolação atinge o rejunte. A umidade sempre procura sair pelo lugar mais fácil, por isso que sai através do rejunte e não da placa de piso que é muito mais compacta e impermeável.
A visualização dessa patologia é caracterizada quando o rejunte tem aparência de molhado e pode até ficar escurecido pela poeira que “gruda” nessa umidade.
Para evitar essa patologia devemos tomar os seguintes cuidados na execução:
a) Isolar corretamente o solo do contrapiso.
b) Evitar concreto com alto fator de água /cimento no contrapiso.
c) Evitar que o contrapiso ou a laje possa acumular muita água, caso isso ocorra devemos dar um prazo para a secagem antes do assentamento.
d) Dar o prazo da secagem natural do concreto do contrapiso antes de assentar o piso
e) Não assentar piso com areia apresentando alto teor de umidade.
f) Não exagerar ao regar água na argamassa de assentamento.
g) Não assentar piso em área descoberta.
h) Evitar que caia água no piso antes do rejuntamento, e caso ocorra, de um prazo para iniciar a fase de rejunte.
i) Não rejuntar o piso com menos de 24 horas do assentamento.
j) Não deixar acumular água sobre o piso.

Porém, se algum desses cuidados não foi tomado e a patologia for apresentada, o tratamento é manter limpo o local com utilização mais intensa de mop pó, lavar o piso somente com detergente neutro diluído quando a poeira “grudar” na umidade, se possível ventilar o local e aguardar a secagem, cujo prazo irá variar de acordo com a “quantidade” de água acumulada, podendo atingir até alguns meses.
Deixar o piso sem o enceramento (impermeabilização) parece ser um modo de apressar a secagem, porém, o piso ficará desprotegido e poderá ser manchado se algum produto cair sobre ele, portanto, não compensa correr esse risco.
Quando a umidade desaparece, não deixa vestígios e o piso fica com a mesma apresentação de onde não ocorreu essa patologia, mas os cuidados devem ser tomados para evitar desgastes desnecessários.
Boas obras.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Importância do projeto


Um projeto para a execução de piso de concreto é fundamental para um bom resultado, e tão importante quanto o das outras estruturas. Antigamente quando falava em piso de concreto logo vinha a idéia do concreto "fck 180", espessura de 10 a 15 cm com uma tela “jogada” entre duas camadas desse concreto, em uma pista de 4m de largura adensados com vibradores de imersão e régua vibratória e serrado no outro sentido, quando muito serrava as juntas de construção e colocava isopor nos pilares e paredes para junta de encontro. O acabamento era feito com “discão” e “bambole” na maioria das vezes elétricos.
O resultado quase sempre era de um piso ondulado, com variações de níveis, de baixa resistência e o pior, com muitas patologias.
Com a modernização dos equipamentos e mobiliários industriais, gerou a necessidade de um piso com alta tecnologia aplicada o que fez vários engenheiros a se dedicarem a estudar e desenvolver métodos, processos, materiais e projetos para que os pisos se comportem da forma desejada.
O projeto do piso vai desde o estudo do solo, materiais e granulometrias da base, traço do concreto com alternativas de tipos de cimento, aditivos, adição de fibras, protenção, posicionamento de telas, espaçadores, barras de transferências, juntas, tipo de acabamento, espargimento de agregados finos, endurecedor de superfície, largura da pista, espessura e etc.
Sendo um piso de concreto acabado ou um contrapiso para receber um revestimento, com um projeto o executor vai ter todas as diretrizes para desenvolver a execução com respaldo técnico e não apenas com experiências anteriores.
Quase a totalidade das empresas de engenharia projetistas de piso, são também consultoras e fiscalizadoras fornecendo ao contratante a garantia da técnica, a tranqüilidade de que o piso está sendo bem executado, como também a solucão para imprevistos.
Lembramos também que o custo do projeto é muito baixo em relação ao custo da obra e pode gerar uma economia muito maior de dinheiro, de tempo e de dores de cabeça.
Boas obras.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Alta Classe em Piso Branco





Observamos, por um grande volume de obras, que a tendência do mercado atual arquitetonicamente falando é de projetos com piso branco.
Imaginem a claridade, a amplitude e asseio do piso branco com a nobreza da exposição do mármore serrado.
O piso Segato Branco, é composto de peças de mármore branco extraído de jazidas especiais em pequenos blocos de pedra, selecionados e serrados em fatias de aproximadamente 1 cm de espessura e aplicados artesanalmente um a um na fase de prensagem do piso originando uma perfeita distribuição no ladrilho.
Nomeado com a referência 20161, esse piso é curado por 10 dias na fabrica para ser transportado ao destino final, com a aparência e qualidade sempre apresentadas nos pisos da Segato.
As características físicas e mecânicas são as mesmas dos demais pisos da Segato, nas dimensões 40x40x3cm, podem compor com os pisos em cores das linhas Granazzo e Segato resultando em projetos com paginações espetaculares.
O requinte e a sofisticação desse piso valorizam o ambiente, dando aquele toque de classe que a elegância do mármore transfere ao projeto.
Boas obras.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Piso Industrial de Alta Resistência em Placas


Uma opção ideal para pisos de indústrias alimentícias, farmacêuticas, têxteis e vários outros segmentos que necessitam de piso de alto desempenho. Um piso em placas de 40x40x3cm, composto com agregados minerais de piso industrial (basalto, quartzo, outros materiais de alta dureza), com reforço na camada inferior (gross), que depois de assentado e polido os agregados ficam visualmente aparentes emprestando uma nobreza ao piso e apresentando uma planicidade visual espetacular, com a vantagem de ser mais flexível absorvendo as pequenas deformações da estrutura, com facilidade de reposição em caso de mudanças de lay out e podendo ter a opção de ser resinado ou encerado dependendo da finalidade a ser usado.
Esse piso causará uma beleza arquitetônica ao projeto transformando galpões em ambientes de trabalho onde o bem estar é ativado aumentando assim a capacidade produtiva.
A Segato do Brasil, empresa que sou representante comercial, produz pisos da linha industrial Rewin com as características acima expostas e que já forneceu para diversas indústrias de varias atividades tendo comprovação de desempenho, durabilidade e resistência.
Boas obras.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Fabricando o piso


Uma das perguntas mais frequentes que meus clientes fazem é: Como o piso marmorizado em placas da Segato é produzido, então, vamos a seguir descrever de forma sucinta o processo de fabricação.
O piso tem duas camadas, a face aparente e a camada inferior.
A face aparente é a camada superior, também chamada de camada rica, com textura lisa ou em relevo, colorida ou não de argamassa composta de cimento cinza ou branco, agregados minerais, aditivos e água, com mínimo de 10 mm de espessura.
A camada inferior, também chamada de gross ou biscoito, é a parte do ladrilho que é destinada ao assentamento, com cerca de 2 cm de espessura, composta de cimento, pó de pedra e areia.
A produção do piso é feita em equipamentos de origem italiana que prensam e ao mesmo tempo vibram o piso.
A argamassa para a face superior é dosada em equipamentos dosadores, misturada em misturadores tipo betoneira e “despejada” no fundo da forma (quadro) da prensa. A argamassa da camada inferior é dosada e misturada a seco, tipo farofa, e “despejada” sobre a camada da face superior e assim o piso é vibrado e prensado. Notem que o piso é produzido ao contrário, e o embolo da prensa é aplicado sobre a camada inferior seca, de modo que na prensagem a água da camada rica percola para o gross unindo as duas camadas de forma monolítica. Notem também que a camada inferior não é uma forma de economizar material e sim um material que permite a prensagem, pois sem ele a pressão da água da camada rica não permitiria a prensagem nesse equipamento.
Após a prensagem o piso é extruzado do quadro da prensa, acomodado em grades e encaminhados para cura úmida.
Depois da cura úmida o piso é semi-polido, ou melhor, desbastado, em politrizes industriais e embalados em paletes para futuro transporte à obra.
Simples não? Boas obras.

domingo, 26 de agosto de 2007

Falando em acessibilidade





Atualmente, a preocupação em projetos com a acessibilidade está cada vez mais intensa, as pessoas portadoras de deficiências estão cada vez mais integradas e necessitam de facilidades para sua locomoção.
A necessidade de regulamentar o acesso a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos, levou a publicação por parte da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – da NBR 9050. Esta norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação às condições de acessibilidade.
Para as calçadas, a norma estabelece parâmetros para uso de sinalização tátil de alerta e tátil direcional. A sinalização de alerta deve ser utilizada para indicar a presença de obstáculos, alterações de direção ou do nível do piso. A sinalização direcional deve indicar, de forma segura, o caminho a ser percorrido.
Na emissão da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – do CREA – Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, fazemos a declaração de que as atividades assumidas na ART estão atendendo as regras de acessibilidade previstas nas Normas Técnicas de Acessibilidade da ABNT e o Decreto nº. 5296/2004.
A Segato do Brasil, empresa que sou Representante Comercial, produz os pisos Tátil Alerta e Tátil Direcional nas dimensões 40x40x3cm em placas cimentícias vibroprensadas, com relevos dimensionados de acordo com a Norma, com durabilidade e resistência ao desgaste elevada, fornecendo ao projeto a importância da acessibilidade.
Inclusão social é o caminho certo para o futuro promissor.
Boas obras.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Falando em juntas


Um bom projeto de juntas protege o piso das fissuras ocasionadas por movimentações estruturais e movimentações do próprio piso (carregamento, variações térmicas, etc.). O projeto das juntas de dilatação, de construção e serradas em um piso de concreto acabado ou em um contrapiso para algum acabamento é feito por um engenheiro de estruturas.
Na execução de um piso marmorizado em placas, devemos atentar às juntas projetadas no contrapiso, sendo as mesmas espelhadas para o piso acabado, sob pena de ter o piso fissurado.
As juntas de dilatação são as principais, estas deverão ser transportadas do contrapiso para o piso acabado, com a mesma espessura da projetada no contrapiso ou na laje, geralmente colocamos cantoneiras de alumínio ou perfis metálicos para dar acabamento, reforçar as bordas e acomodar o material selante flexível que dará o acabamento.
Na colocação do alumínio devemos tomar o cuidado para que um pano de piso permaneça completamente isolado do outro pano de piso, pois caso caia algum material dentro da abertura da junta, pode comprometer a eficiência da mesma e as movimentações, em vez de serem absorvidas pela junta, poderão ser transportadas para outro local causando trincas e fissuras.
Outro cuidado na colocação do metal é que o piso fique perfeitamente nivelado com o metal, pois se houver sobreposição, o que ficar mais alto sofrerá impactos e ou amassará o metal alterando a espessura da junta ou ocorrerá erosão da borda do piso.
O material que dará acabamento à junta deverá ser selante para evitar penetração de líquidos, flexível para absorver as movimentações, ter aderência lateral para não destacar com as movimentações e resistente para permanecer com as condições anteriores por longo período.
Em pisos marmorizados em placas colocados em grandes áreas como hipermercados e lojas de varejo colocamos juntas plásticas a cada 4,02m (10 placas) para dar mais flexibilidade ao piso. Convém que o contrapiso também tenha suas juntas de construção projetadas nessa dimensão ou em múltiplos dela para que as juntas plásticas coincidam com as juntas de construção evitando pontos de fissuras.
Por ser em placas, o rejunte do piso marmorizado absorve as pequenas movimentações evitando fissurar a placa, e, caso haja alguma fissura no rejunte é fácil executar a recomposição.
Como se pode ver, a qualidade dos materiais, os cuidados na execução, e bons projetos estruturais evitam muitas patologias que apareceriam no acabamento, por isso é sempre conveniente a contratação de pessoal especializado para cada tipo de serviço, garantindo a qualidade final da obra.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Trocando o piso de um shopping em funcionamento


Como existem shoppings com 10, 20 e até com mais de 30 anos, e os conceitos arquitetonicos mudaram, muitos deles estão revitalizando e trocando o piso pelo marmorizado da Segato do Brasil.

O que parece uma missão impossível, as trocas estão sendo realizadas com sucesso e para que o sucesso aconteça, são necessários alguns cuidados para que o shopping continue operando sem maiores danos.

Antes de mais nada devemos preparar as proteções para as lojas, para o piso recém demolido e para o piso recém colocado.

Para proteção das lojas devemos "embrulhar" toda a fachada com lona plástica e colocar panos em todas as frestas. Devemos prever também barreiras de proteção para poeira com lona plástica cercando a área de trabalho, como também proteção do forro com lona transparente para não prejudicar a iluminação.

Tablados de madeira deverão ser confeccionados para serem colocados após a demolição do piso. Devemos prever carpete ou manta vinílica para fazer um acabamento menos rústico ao tablado.

Com isso, podemos dar início a obra.

1ª etapa
  • Assim que o shopping fechou e os clientes e lojistas saíram, isolamos a área que vai ser demolida nessa noite com as barreiras de proteção de poeira, em seguida envelopamos as lojas que estão dentro dessa área, como também protegemos o forro.
  • Depois de verificarmos a qualidade do serviço acima, podemos iniciar a demolição do piso.
  • Todo entulho produzido deve ser retirado do mall e colocado em local apropriado. Os carrinhos que retiram o entulho deverão ser cobertos para não espalhar sujeira pelo caminho.
  • Colocamos os tablados bem nivelados com o piso remanescente e bem fixado de modo a não ter pontos onde as pessoas possam tropeçar.
  • Colocamos o carpete bem esticado para evitar tropeços.
  • Liberamos a área para o shopping operar.
2ª etapa
  • Na segunda noite, isolamos a 2ª área a ser demolida conforme etapa anterior fazendo o processo completo de demolição e retiramos o tablado da noite anterior para a colocação do piso. Os carrinhos que trazem massa para a colocação devem estar protegidos com lona, e os mesmos poderão retirar o entulho da nova etapa fazendo uma logística.
  • O processo de colocação é o mesmo da postagem do dia 2/7/2007
  • Após a colocação forramos o piso com lona plástica e colocamos chapas de compensado para a proteção do piso e forramos também com carpete liberando para a operação do shopping, o tablado da noite anterior será recolocado na demolição dessa noite com as devidas retificações.
3ª etapa
  • Repete - se as etapas anteriores dando continuidade a reforma do piso e nesta etapa vamos rejuntar o piso colocado conforme postagem do dia 10/7/2007.
  • Antes de rejuntar verificamos se alguma placa se desprendeu com o tráfego de pedestres, recolocando - a de imediato.
  • Protegemos o piso novamente com as chapas de compensado e carpete e liberamos para o shopping operar. Esta proteção pode ser retirada após 24 horas e reutilizada.
4ª etapa
  • Depois de algumas etapas acima já teremos uma boa área para começar a raspagem sem interromper a continuidade dos processos anteriores.
  • Nesta fase também devemos fazer as proteções para que a lama do polimento não entre nas lojas e nem respingue nas fachadas como também a proteção da poeira ocasionada pelas lixadeiras manuais.
  • Após a raspagem faremos o estuque do piso conforme postagem do dia 10/7/2007
  • Devemos prever o prazo para cessar a estucagem para que o estuque esteja seco quando o shopping abrir para os lojistas.
5ª etapa
  • Polimento final e enceramento, sempre com as proteções.
Nota - se que a troca do piso é um processo contínuo e estaremos em uma mesma noite executando as 5 etapas ao mesmo tempo, cada etapa liberando frente para a outra na sequência.
As manutenções diárias deverão ser feitas no piso encerado e quando terminar as obras deverá ser feita a remoção de todo o enceramento anterior e fazer uma implantação do sistema de enceramento definitivo.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Trocando o piso de um supermercado funcionando


O desgaste do piso existente, mudança de lay out, mudança de bandeira, concorrência, aumento de faturamento, revitalização, enfim, vários fatores motivam um supermercado á substituição de seu piso por piso marmorizado. Muitos acham que a loja tem que fechar para trocar o piso, porém, se a loja tiver um tamanho acima 1000m² que permita isolar uma área mínima de 300m² pode continuar continuar operando; lógico que causará alguns transtornos como toda reforma, mas, a continuidade do funcionamento compensa o fechamento por um período relativamente longo. O impacto de um piso novo moderniza a loja e causa bem estar ao cliente que permanece mais tempo na loja e acaba comprando mais.
O processo de execução da obra tem que causar menos impacto possível ao cliente, portanto a maioria dos serviços são executados no período noturno.
A liberação da área é feita com a remoção e deslocamento de gondolas e mercadorias o que pode ser feito retirando alguma linha de gondolas e estreitando os corredores. A área de check out deve ser liberada em partes, prever também mudança temporária de balcões de atendimento como padarias e etc.
A área de trabalho tem que ser isolada com tapumes e lonas com bloqueadores visuais e de poeira, pois, como o sr. Abílio Diniz disse uma vez, cimento e alface são coisas que não combinam.
O piso existente pode ser demolido ou simplesmente fresado dependendo do tipo de piso e da flexibilidade para aumento de nivel do piso novo. Ambos serviços serão feitos à noite enquanto a loja estiver fechada pois o barulho é de alta intensidade. A remoção do entulho será feita em seguida.
A colocação, rejuntamento, raspagem, estucagem e polimento do piso marmorizado é feita de forma padrão conforme postagens anteriores desse blog (ver 2/7/2007 e 10/7/2007). Após o polimento é necessário um enceramento de proteção que pode ser feito apenas com selador ou se desejar também com alguma camada de cera, processo esse, apenas para proteção e que será removido para o enceramento final.
Após a secagem do enceramento de proteção a loja remanejará as gondolas e mercadorias para a área de piso novo liberando outra área para a retomada do processo de isolamento, seguido essa linha até a troca total do piso. Para um bom resultado final é necessária a manutenção diária de limpeza dos pisos.
O prazo de execução desde a área liberada até a entrega do piso encerado está em torno de 12 dias, podendo variar conforme condições de acesso, horário de trabalho e interferência de outros empreiteiros no caso de reforma geral (forro, iluminação, lógica, tubulações e etc.). Como se pode ver o bom planejamento de mudança temporárias de lay out e cronograma de obra liberando maiores áreas aceleram todo o processo.
Após a troca total do piso da loja, é feita a remoção do enceramento de proteção com removedor de cera e enceradeira com disco de remoção e faz - se a implantação do sistema de enceramento conforme postagem anterior nesse blog (ver 16/7/2007).
Em um curto período de reforma a loja estará revitalizada, os clientes mais satisfeitos, o ambiente mais agradável e as vendas aumentando.

Na próxima postagem falaremos sobre troca de piso em shopping centers em funcionamento.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Regulamentação de calçadas


Andar por calçadas regulares, bem cuidadas e seguras é desejo de todo mundo e uma prova de respeito ao próximo.
A Prefeitura da Cidade de São Paulo está fazendo um excelente trabalho em relação à calçadas com o projeto passeio livre.
O projeto passeio livre tem por objetivo a implementação de um novo conceito de passeio público, padronizando as calçadas, organizando a localização do mobiliário urbano e garantindo a livre circulação de pedestres e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Foi criado o decreto 45904/05 que estabelece as normas de acessibilidade, as dimensões e materiais adequados para implantação das calçadas. Para efeitos do disposto neste artigo, consideram- se aprovados para o pavimento do passeios os seguintes materiais:
1) Concreto pré - moldado ou moldado "in loco" com juntas ou em placas, acabamento desempenado, texturizado ou estampado.
2) Bloco de concreto intertravado.
3) Ladrilho hidráulico.
veja o site www.prefeitura.sp.gov.br/passeiolivre
A Segato do Brasil, empresa que sou representante comercial, fabrica os pisos da linha Rústico e da linha Antiderrapante que atendem o decreto por ser um ladrilho hidráulico de alta resistência, com dimensões 40x40cm e com acabamentos, cores e relevos diferenciados que enobrecem o projeto da calçada. Os pisos da linha Tatil garantem a acessibilidade a pessoas com deficiências.
Veja o site http://www.segatopisos.com.br/
Nas cidades brasileiras, devido a aspectos econômicos e culturais, a grande maioria das pessoas utiliza o transporte público e as calçadas para se locomoverem. Calçadas bonitas valorizam os imóveis, alavancam o "comercio de rua", convidam as pessoas para um passeio, causam bem estar, transformam a paisagem urbana incentivando o turismo e com a acessibilidade garantida é um fator de inclusão social.
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