domingo, 10 de dezembro de 2017

Calçadas que Caminhamos – Pisos Artesanais


Em nossas caminhadas pelas calçadas, as vezes nos deparamos com alguns tipos de pisos que não são industrializados.

São pisos fabricados em pequenas escalas, em formas de madeira ou usando esquadrias de ferro que embora não tenham o mesmo controle de qualidade de uma indústria, produzem o efeito estético do piso industrializado.

Geralmente vemos placas produzidas em concreto, na maioria das vezes com acabamento sarrafeado liso, mas também vemos algumas com impressões de baixo relevo, com tingimento colorido e também revestidas com fulget.

Diferentemente, as fotos apresentadas foram tiradas durante um passeio na cidade de Barra Bonita – SP em uma calçada residencial. Foi executada com cacos de granito polido colocados manualmente um a um sobre argamassa de cimento, diferenciando das que costumeiramente vemos, considerada por mim uma obra de arte pelo trabalho artesanal que foi executado. 

As calçadas com placas executadas artesanalmente podem nem ter um bom custo benefício e nem um controle de resistência, dimensionamento, abrasão, escorregamento, absorção e empenamento; mas apresenta criatividade e prazer no que está fazendo.

É muito mais prático comprar um bolo pronto na padaria, porém o prazer de fazer um bolinho caseiro é maior. Creio que o mesmo pensamento vale para as calçadas artesanais.

Boas Obras!!!!



domingo, 3 de dezembro de 2017

Psicologia das Cores nos Projetos de Pisos

A ciência provou que nosso cérebro é estimulado de várias maneiras conforme a exposição a diferentes cores.

Temos a cromoterapia que por intermédio das cores estabelece o equilíbrio e a harmonia entre corpo, mente e emoções.

Nos projetos de piso, a cor e a tonalidade também devem ser consideradas para a especificação.

Certas cores de piso trazem ao ambiente a sensação de tranquilidade, harmonia e bem-estar, enquanto outras trazem vibrações mais fortes como agito, aceleração e energia. Cada lugar conforme seu uso, necessita de cores mais vibrantes ou mais cleans. Por exemplo, um shopping center pretende que as pessoas permaneçam tranquilas por mais tempo em seu interior promovendo maior ação para as compras, então um piso com tons mais pasteis proporciona este fator, enquanto uma pista de dança necessita de estímulos com cores mais vibrantes.

Os pisos de cores claras também refletem mais a luz deixando o ambiente mais claro enquanto as cores escuras promovem o oposto, estimulando o cérebro de forma diferente.

Também temos as cores de piso que trazem sensação de calor, que além de psicológica também é física, pois as cores escuras retêm mais calor que as claras. Por exemplo, em áreas expostas ao sol, onde as pessoas andam descalças, como deck de piscinas, o ideal é usar cores claras, as escuras podem queimar os pés.

Muita alternância de cores e tons também trazem sensações de desconforto ótico, podendo até causar dores de cabeça, tonturas e enjoo; por exemplo um piso listado.

Sensação de limpeza é a meta procurada aos ambientes de higiene e saúde, como hospitais, clinicas, consultórios sendo que piso com cores claras e tons suaves trazem esta sensação.

Como podemos ver a psicologia das cores é um fator importante nos projetos de pisos.

Boas Obras!!!!



domingo, 26 de novembro de 2017

Calçadas que Caminhamos – Placas Levigadas


Um tipo de calçada que está pegando no mercado é o piso em placas cimentícias com acabamento levigado.

Esse acabamento trata-se de um polimento leve realizado em politrizes com uma ferramenta diamantada de grana grossa.

O piso fica com uma aparência visual lisa, porém áspero ao tato, sendo antiderrapante com alto coeficiente de atrito.

Por não ter relevos altos, a limpeza é facilitada com a fácil remoção das sujeiras.

Um piso muito bonito, pois o agregado decorativo é mostrado internamente ao piso com variação de tipos de pedras, tamanhos e cores.

É um piso que suporta alto trafego, o acabamento facilita o transito de pequenas rodas (malas, carrinhos...) e tem excelente conforto ao caminhar.

A Segato produz este modelo de pisos para calçadas e áreas externas em diversas cores e nas dimensões 40 x 40 cm, 60 x 60 cm e 80 x 80 cm inclusive também em piso elevado. Veja no site www.segatopisos.com.br

Boas Obras!!!

domingo, 12 de novembro de 2017

Pisos Segato e a Sustentabilidade

Veja o que a Segato faz para produzir um piso mais sustentável, isso também pode ajudar na certificação de sustentabilidade de sua obra.


É a Segato produzindo pisos para o Planeta!!!!

Boas Obras!!!

domingo, 29 de outubro de 2017

Comparativo: Piso Marmorizado x Granilite (in loco)

Muitas pessoas me questionam em minhas visitas técnicas que se o piso marmorizado é um granilite em placas, qual a diferença?

O granilite, é um piso cimentício de resistência elevada, grande durabilidade, boa aparência, diversidade de cores, não tem barreiras de acumulo de sujeira e fácil manutenção.

O piso marmorizado, embora tenha as características visuais semelhantes ás do granilite, o processo de produção é totalmente adverso; enquanto o granilite é misturado e fundido no local de aplicação, o marmorizado passa por um processo de vibroprensagem que torna o piso muito mais resistente, com menor porosidade e absorção.

Por ser em placas pré-moldadas, o piso marmorizado absorve melhor as tensões estruturais dos edifícios, evitando as tradicionais trincas muito comuns em pisos monolíticos.

Por ser assentado em argamassa, o piso marmorizado tem uma aderência maior ao contra piso, a patologia de desplacamento por falta de aderência é muito rara, diferente do granilite que tem uma grande incidência dessa patologia devido ao processo executivo ter muitas interferências para a perfeita aderência.

O processo industrializado do marmorizado tem um controle na pesagem do agregado, traço da mistura, dosagem da argamassa, controle do fator água cimento, tempo de mistura, que traduz em uma homogeneidade muito maior, de distribuição de agregados e tonalidade. No granilite é comum existir diferenças de tonalidades entre quadros devido à dificuldade de executar esse rigoroso controle na obra.

Outra diferença relevante é o tempo de execução e liberação de trafego, enquanto o marmorizado já vem pré-moldado, o granilite necessita de todo o tempo de cura para início da liberação de trafego, o que impacta fortemente nos prazos de obra. A execução do marmorizado é muito mais rápida.

As vantagens do piso marmorizado são todas devido á tecnologia envolvida no processo de produção e instalação, enquanto a vantagem do granilite se mantém no preço mais barato. Podemos dizer que o piso marmorizado é uma evolução do granilite, e com tantas vantagens, que vale pagar um maior preço e estar respaldado por uma qualidade muito superior de produto.

Boas obras!!!

domingo, 22 de outubro de 2017

Estória de uma História – Mandei Parar Parou!!!

Estamos vendo atualmente o problema da violência no Rio de Janeiro com o caso da Rocinha, mas isso já vem de vários anos.Em 1997 eu estava trabalhando na Tecnogran que estava executando os pisos para a loja do Carrefour Tijuca, nesta época além dos pisos marmorizados a empresa também executava os pisos de concreto.

O Carrefour Tijuca era muito próximo ás favelas do Borel, Casa Grande e Indiana dominadas por diferentes facções do tráfico que viviam em guerra e trocavam tiros de um morro para o outro parando os serviços na obra em várias ocasiões.

Veja a “estória”: Estávamos fazendo o acabamento do concreto de uma laje e estávamos com um potente holofote ligado para iluminar os serviços noturnos.

Chegou um moleque de uns 12 anos e falou para o Sr. Bezerra, nosso mestre, que o chefe mandou desligar o holofote porque o estava incomodando e deu 15 minutos para que isso ocorresse.

O Sr. Bezerra não deu bola para o moleque e continuou os trabalhos... após 15 minutos foi tiro pra todo lado, a peãozada se escondendo atrás dos muros e o pobre holofote virou uma peneira de tanto furo. Acabou o expediente.

Mandei parar parou!!!

Em tempo: Em 2005 o Carrefour fechou esta loja definitivamente devido à alta incidência de tiroteios e grande frequência de saques e roubos que afugentaram os clientes.

Boas Obras!!!

domingo, 8 de outubro de 2017

Calçadas que Caminhamos – Fulget

Um tipo de calçada em cimentício que vemos muito quando caminhamos é a de acabamento fulget.

O acabamento fulget tem este nome por ser a Fulget a empesa que lançou este tipo de acabamento em paredes e fachadas no Brasil, a marca virou sinônimo do produto, como Danone, Yakult e Gillette, depois de vários anos, sua aplicação em pisos começou a ser executada.

Na verdade, o fulget é o acabamento que se dá ao concreto ou ao micro concreto, lavando a camada superficial expondo o agregado mineral; para que isso ocorra perfeitamente é usado um aditivo retardador de pega na composição da argamassa.

Por ter “as pedrinhas” expostas, além de ficar muito bonito, o piso é muito antiderrapante e tem estas características como positivas; como negativas temos a dificuldade de limpeza e o efeito de ralador que causa nos joelhos, ai ai.

A Segato produz a Linha Mineira com acabamento lavado em placas de vários tamanhos e com agregados diversos com nomes de cidades de Minas Gerais para identifica-las, na foto acima temos o modelo Araxá.

As placas pré-moldadas têm a vantagem de serem produzidas em fábrica, com um controle de qualidade muito maior, e por serem em placas, não os temos problemas de trincas, fissuras e bolhas do piso executado in loco. Também podem ser aplicadas em revestimentos de paredes, painéis e fachadas assim como em pisos elevados.

Veja mais em nosso site http://www.segatopisos.com.br/produtos/item/5-mineira 

Boas obras!!!

domingo, 1 de outubro de 2017

Acabou o Inverno!!!




Faltando três meses para o final do ano, como avaliamos o ano até aqui? Como estão as perspectivas?

Uma melhora insignificante, mas significativa; creio que a economia engatou uma segunda marcha; o momento político ainda atrapalha, porém, os investimentos em construção começaram a ser retomados.

No ramo imobiliário, onde estavam terrenos cercados, vemos stands de vendas e lançamentos, onde já estavam stands, começaram as obras, movimento significativo que para pisos ainda vai demorar muito. O que temos para agora são os edifícios que continuaram as obras na crise e agora estão finalizando e as reformas de prédios e condomínios que chegaram na hora de trocar o revestimento.

No varejo, os supermercados estão se movimentando, embora haja uma mudança comportamental, diminuindo as grandes lojas tipo hiper e aumentando as pequenas lojas de bairro e os atacarejos. Os shoppings ainda aguardam um aquecimento maior da economia, tendo inclusive algumas construções ainda paralisadas, aguardando maior interesse de lojistas.

Na indústria, sentimos algum movimento em expansões que estão gerando boas oportunidades na construção civil.

No setor público, parece que o governo está focado em mobilidade urbana e saúde, surgindo diversas obras neste setor.

Para as indústrias de pisos, neste ano as vendas tiveram um crescimento em relação aos dois últimos anos, o volume ainda está pequeno, mas a confiança aumentou. Algumas estratégias de marketing, de produção e de vendas foram alteradas. As empresas do ramo de placas cimentícias estão muito mais unidas em troca de conhecimento, criação de Norma Técnica e formação de uma associação (ABRASPLAC) que fortalecerá o setor com um trabalho em conjunto de especificação de obras, divulgação de produtos e crescimento de mercado.

Até o final do ano, esperamos um crescimento constante ou até mais acelerado para que 2018 seja o ano da terceira e quarta marcha.

Boa Primavera e Boas Obras!!!!


domingo, 24 de setembro de 2017

Novidade!!! – Piso Elevado São Tomé




A Segato tem uma novidade em pisos elevados, o acabamento São Tomé na placa elevada cimentícia.


A pedra mais aplicada em entornos de piscinas e jardins é a São Tomé, nome dado devido a principal extração ser na cidade mineira de São Tomé das Letras.

Agora a textura dessa pedra está estampada na placa de piso elevado, agregando todas as vantagens do piso elevado cimentício ao conforto e tradição da pedra mineira.

Por ser um piso produzido em escala industrial, a tonalidade uniforme, o formato em 60 x 60 cm e a opção de cores acrescenta um aspecto visual muito mais agradável.

Além disso, a Segato oferece opções nas cores cinza, creme, bege e marrom que se aproximam das diversas tonalidades naturais da pedra São Tomé.

O piso elevado cimentício é sustentável por ser reciclável, é antiderrapante, tem pouca retenção de calor (hipotérmico) e dimensionamento uniforme. Além de proteger a impermeabilização da laje, cria acesso fácil para manutenções; seus suportes reguláveis podem atingir alturas de 10 cm a 1,5 m nivelando floreiras, piscinas e espelhos d’agua.

Se você também tem que ver para crer como São Tomé, as fotos publicadas aqui são de um condomínio em São Paulo que substituiu as pedras mineiras por piso elevado Segato São Tomémantendo as bordas da piscina na pedra natural; veja que resultado espetacular.

A Segato trouxe inovação, design e perfeito acabamento para a pedra mineira. É a Segato elevando o nível dos seus projetos.

Boas Obras!!!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Estória de uma História – 1ºs Pisos Elevados Externos


Os pisos elevados chegaram ao Brasil na década de 80 e sua aplicação era quase que exclusiva em lajes corporativas e salas de informática.


Utilizando o mesmo conceito do piso elevado coorporativo, começaram os projetos com os pisos elevados externos para acesso de instalações e manutenção e proteção da impermeabilização.

Com o pioneirismo do sistema, foram feitas algumas adaptações curiosas para os dias atuais.
Não existiam ainda os suportes de polipropileno, somente os metálicos, e seu uso era somente para áreas internas e inapropriado para áreas externas devido à corrosão.

Os apoios começaram com criatividade, utilizava-se pilaretes de tijolos ou pedras sobrepostas, que depois evoluíram para corpos de provas de concreto.

As placas de concreto ainda não tinham a tecnologia de hoje, eram fabricadas em formas de madeira; as dimensões e esquadro variavam, assim como o empenamento era elevado, de modo que quando as placas eram apoiadas sobre as pilastras, não ficavam estáveis dando a sensação que estávamos em uma tampa de bueiro.

Em algumas obras começaram a fixar as placas com argamassa, o que fugiu do conceito. Porém em outas começaram a calçar as placas, e aí vemos de todos os tipos de calço, desde palito de sorvete, palito de fósforo, taco de madeira até chiclete (rs).

A foto ao lado é do piso elevado mais antigo que se tem conhecimento, é o caldário da terma na cidade inglesa
de Bath, onde o vapor era insuflado sob o revestimento de piso, cujas placas eram apoiadas sobre conjuntos de lajotas. Podemos ver que esta foto não difere muito da foto no topo da matéria que é de um piso da década de 90.

Atualmente muito difundido e aplicado em grande escala, o piso elevado externo em placas de concreto evoluiu muito tecnicamente e está totalmente seguro e estável além de estar normatizado de acordo com a ABNT NBR 15805/2015. 

Boas Obras!!!
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